segunda-feira, 26 de julho de 2010

Especial pra Gi e pra todos que nao estão felizes

To aqui deitada na areia da praia, olhando pro mar que eu amo tanto, que já me serviu tanto de inspiração. To aqui observando as pessoas e pensando em como sentimos necessidade de fantasias, de sermos outros. Criamos e lemos livros, historias sobre personagens diferentes: Harry Potter, X-Men, etc... Sentimos vontade de termos poderes, pra mudar as coisas, pra termos mais emoção, pra sermos diferentes. Únicos. Porque nunca gostamos de quem somos. E nos sentimos assim, esquecendo de que somos nós que nos fazemos assim. As pessoas erram quando dizem: “Eu nasci assim.”. Você se fez assim. E se você não gosta, devia não reclamar e sim tentar mudar. Esses dias eu ganhei uma nova amiga, a Giselle. Apesar de pouco tempo sentimos uma afeição muito grande! Pobre Gi, que veio se abrir comigo sem me conhecer! Ela devia ter falado com a Izis primeiro ( agora elas se conhecem! Mas antes não...), porque a Izis já está acostumada! Ela detém meu record de broncas. O caso é que, modestamente falando eu sou uma ótima conselheira, e ao contrario do que se pensam com meu rosto bondoso eu não passo a Mao na cabeça e nem concordo com você. Eu dou tapa na cara e digo a verdade, o que você não quer ouvir e esconde de você. Foi o que aconteceu com a Gi, ao contrario da Carol e da Izis, acho que ela nunca levou uma sacudidela daquele jeito. Foi praticamente um murro. Acontece que a Gi assim como todos está infeliz com o que se tornou, mais não adianta não gostar se você deixou isso acontecer! Então meu recado dessa vez é pra todos que não se gostam. Um tapa na cara coletivo. O mundo não vai deixar de ser mundo só porque você se acomodou, assim como dizem em protestos e revoluções se você não fizer sua parte de nada adianta. Então faça sua parte para você. Mude, tente, queira. Não é do dia pra noite... Mais os governos e a sociedade acabaram mudando e aceitando muitas opiniões. Faça uma revolução em você Gi, não vai ser por isso que vamos deixar de te amar.

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